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O meu nome é Tiffany e eu iniciei este site.

ARVORE EM CONSTRUçAO

Sejam Bem vindos! Sou Suiça e descendente do Francisco Xavier Paes de Barros, Barão de Tatui.  Os seus antepassados vieram de Itu e Sorocaba.

(O meu portugues ainda é muito mal, mas estou estudiando para melhorar)


Colabore com suas informações genealógicas, assim como a cronologica de sua parte da família.

Os Paes de Barros de Sao Paulo,(vindo da Itu e Sorocaba), os agregados e descendentes somos primos, temos agora que descobrir nosso grau de parentesco. Tenho orgulho de ser uma descendente dos Paes de Barros, e de saber que nossos antepassados deixaram sua presença registrada na história do Brasil e do Sao Paolo. Tentando a descobrir a historia de essa familia jà descobrí muito, mas ainda faltam muitos contextos. Pedro Vaz de Barros foi o primeiro antepassado no Brasil de minha familia. Vem com seu irmão da Lisboa, Portugal. Foi casado com Luzia Leme que foi descendente do Martim Lem de Bruges na Bélgica.

O que eu estou procurando mais são todos os tipos de informações sobre o meu bisavô Dr. med. Bento Xavier Paes de Barros, e todos os descendentes do barão de Tatuí.

 

Ajuda e descobrir a historia de essa importante familia! Leia os informações sobre a nossa descendência nos artigos em esse sito e no Blog:http://ospaesdebarrossaopaolo.blogspot.com/

O site foi criado usando o MyHeritage.com. Este é um excelente sistema que permite a qualquer um, como você e eu, criar um site privado para sua família, criar sua árvore genealógica e compartilhar fotos de família. Se você tem qualquer comentário ou feedback sobre este site, por favor, clique ici para entrar em contato comigo.
Notre arbre généalogique est affiché en ligne sur ce site ! Il y a 1871 noms dans notre site familial. L'événement le plus ancien est la naissance de Afonso Henriques "Alfons der Eroberer oder Alfons der Gründer," de Portugal, 27. Grossvater (1109). L'événement le plus récent est le décès de Carlos Reiners (25 juin 2010).
O site foi atualizado em 22 mai 2012, e ele tem atualmente 14 membro(s) registrado(s). Si vous souhaitez également devenir membre, veuillez cliquer ici.  

Aproveite!

Nouvelles de la famille
mai 22, 2012

Un membre du site a publié une nouvelle version de l'arbre généalogique Victor Xavier de Barros sur Family Tree Builder.
mai 15, 2012

Un membre du site a adhéré à un autre site familial : Website dos Rocha
mai 10, 2012

Un membre du site a adhéré à un autre site familial : Torres Fernandes Web Site
avr 25, 2012

Un membre du site a adhéré à un autre site familial : Spalding Web Site
Un membre du site a publié un article d'actualités : Jerônimo o herói do Sertão
Un membre du site a commenté la personne Coronel Jeronimo de Barros :
 me enviou Henriete essa linda letra e gosto muito. Leija:

Hoje parei para pensar no Coronel Jerônimo Pedrozo de Barros. Ele foi o personagem-inspiração para uma radionovela que durou quatorze anos no ar, uma das primeiras novelas televisivas e revista em quadrinhos! Não esqueço a magia de "Jerônimo, o Heró do sertão", que fazia o Brasil parar com suas aventuras, sempre acompanhado da eterna noiva "Aninha" e do seu inseparável "Moleque Saci". Vou passar a letra para você:

"Quem passar pelo sertão
Vai ouvir alguém falar
No herói desta canção
Que eu venho aqui cantar
Se é pro bem, vai encontrar
Um Jerônimo protetor
Se é pro mal, vai enfrentar
O Jerônimo lutador.
Filho de Maria-Homem nasceu
Serro Bravo foi seu berço natal
Entre tiros e tocaias cresceu
Hoje luta pelo bem, contra o mal
Galopando está em todo lugar
Pelos pobres a lutar sem temer
Com Moleque Saci pra ajudar
Ele faz qualquer valente tremer."
Na novela, Jerônimo pratica suas aventuras entre Minas e São Paulo, e acaba tocaiado por um Coronel malvado, se refugiando no estado paulista, onde,como em toda boa história, se casa com Aninha, alforria o Moleque Saci, continua sua luta pelo bem e é feliz para sempre...

Um abraço
Henriete


OBRIGADA HENRIETE 
avr 22, 2012

Un membre du site a identifié Philomena Merengoni Blum dans une photo
avr 16, 2012

Un membre du site a adhéré à un autre site familial : Site da Familia Veiga Sarmento
avr 14, 2012

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avr 13, 2012

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avr 09, 2012

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avr 07, 2012

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mar 27, 2012

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mar 25, 2012

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Un membre du site a actualisé son profil.
mar 23, 2012

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mar 19, 2012

Un membre du site a actualisé son profil.
mar 11, 2012

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févr 21, 2012

Un membre du site a identifié Paolo Xavier de Barros sur 1 photos
 
 
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Autres:Jerônimo o herói do Sertão
Posté par: Tiffany sur 25 avr 2012 16:14

Jerônimo, o Herói do Sertão

FAROESTE BRASILEIRO NAS
RADIO- E TELENOVELAS

Coronel Jerônimo Pedrozo de Barros. O herói do Sertão, Ele foi o personagem-inspiração para uma radionovela em 1957 que durou quatorze anos no ar, uma das primeiras novelas televisivas e revista em quadrinhos!

Escriveu uma amiga do Brasil:

Não esqueço a magia de "Jerônimo, o Heró do sertão", que fazia o Brasil parar com suas aventuras, sempre acompanhado da eterna noiva "Aninha" e do seu inseparável "Moleque Saci".
Aqui as letras de Radionovela:


"Quem passar pelo sertão
Vai ouvir alguém falar
No herói desta canção
Que eu venho aqui cantar

Se é pro bem, vai encontrar
Um Jerônimo protetor
Se é pro mal, vai enfrentar
O Jerônimo lutador.
Filho de Maria-Homem nasceu

Serro Bravo foi seu berço natal
Entre tiros e tocaias cresceu
Hoje luta pelo bem, contra o mal
Galopando está em todo lugar

Pelos pobres a lutar sem temer
Com Moleque Saci pra ajudar
Ele faz qualquer valente tremer."

As radionovelas nasceram da dramatização do gênero literário novela, produzida e divulgada em rádio. Na era de ouro do rádio, as radionovelas foram fundamentais para que a história do rádio brasileiro se configurasse.

Fez enorme sucesso no início do século XX, numa era pré-televisiva.A trama foi, posteriormente, adaptada várias vezes para a televisão. No rádio Jerônimo viveu suas aventuras em 96 radionovelas transmitidas em todo o território nacional.
O custo da produção das radionovelas era muito alto e com o crescimento da televisão, ocorreu um fenômeno de migração da verba publicitária para o novo veículo. Isso explica, em grande parte, o abandono do gênero radionovela pelo rádio. Ao longo da década de 1960, algumas emissoras ainda mantinham alguns horários de radionovelas ou de programas de rádio-teatro. Mas na década de 1970 o gênero desapareceu, apesar de algumas tentativas isoladas de reativá-lo.
E com isso a radionovela foi se adaptando à nova era das televisões. Todas as radionovelas foram refeitas para as telenovelas.
Na década de 70 praticamente não existiam mais radionovelas, por causa das adaptações à televisão.


Jerônimo, o Herói do Sertão, foi criada em 1953 por Moysés Weltman para a Rádio Nacional, bastante influênciada pelo faroeste americano.


Em 1972, Jerônimo é adaptado para a televisão.

Em 1957, Jerônimo ganhou uma revista em quadrinhos pela Rio Gráfica Editora escrita pelo próprio Moysés Weltman.
Em 1984, Jerônimo ganhou um remake.

Na novela, Jerônimo pratica suas aventuras entre Minas e São Paulo, e acaba tocaiado por um Coronel malvado, se refugiando no estado paulista, onde,como em toda boa história, se casa com Aninha, alforria o Moleque Saci, continua sua luta pelo bem e é feliz para sempre...



Ouça uma parte de umas das Radionovelas:

http://www.youtube.com/watch?v=P0OWuMSOkUk



  • Para fazer a sonoplastia tanto de fogo, quanto de chuva usa-se o mesmo recurso: amassar lentamente, diante do microfone, um pedaço de celofane.
  • Muitos acreditavam que as radionovelas jamais alcançariam sucesso, alegando que eram "infindáveis", que "ninguém iria acompanhar". Curiosamente, as radionovelas deram origem às telenovelas, que hoje fazem imenso sucesso no Brasil e no mundo.

Veja aqui um pouco de telenovela:
http://www.youtube.com/watch?v=qLSaH_yNrxk
Trata-se do Coronel Jerônimo Pedrozo de Barros (1684 -1759), filho de Capitão Pedro Vaz de Barros, o Moço e Maria Leite de Mesquita. e bisneto de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme.

Teve 15 irmãos:

1 Beatriz de Barros que foi casada com Manoel Correa Penteado (Os meus 8° avôs), f.º de Francisco Rodrigues Penteado e de Clara de Miranda.

2 Luiza Leme de Barros que foi casada com Paschoal Leite Penteado f.º de Francisco Rodrigues Penteado e de Clara de Miranda.

3 Izabel Paes de Barros, falecida em 1753 em Parnaíba com 80 anos, foi casada com João Correa Penteado f.º de Francisco Rodrigues Penteado e de Clara de Miranda.

4 Lucrecia Leme de Barros foi casado com José Correa Penteado f.º de Francisco Rodrigues Penteado e de Clara de Miranda.

5 Maria Pires que casou em 1698 em S. Paulo com Rodrigo Bicudo Chassim f.º de Gonçalo Simões Chassim e de Maria Leme de Brito.

6 Maria Leite Pedroso casada em 1705 em S. Paulo com Gaspar Correa Leite f.º de Paschoal Leite de Miranda e de Anna Ribeiro.

7 Domingos Rodrigues foi casado com Catharina de Almeida

8 Antonio Pedroso de Barros, , casou 1.ª vez em 1699 com Anna Ribeiro Leite f.ª de Antonio de Almeida Lara e de Potencia Leite do Prado, em 2.ª vez casou em 1704 em Parnaíba com Anna Ribeiro f.ª de Manoel Bicudo de Brito e de Thomazia de Almeida.

9 Capitão João Leite de Barros, f.º do § 1.º, casou em 1697 em S. Paulo com Anna Lopes Moreira f.ª do tenente-general Gaspar de Godoy Collaço e de Sebastiana Ribeiro de Moraes.

10 Valentim Pedroso de Barros, assassinado em Pitangui num tumulto capitaneado por um seu cunhado (irmão de sua mulher), quando com a espada na mão fazia frente aos agressores, que lhe dispararam a um tempo vários tiros de bacamarte. Estava casado com Escholastica Furquim f.ª de Antonio Furquim da Luz e de Mecia Pedroso Xavier. Sem geração.

11 José de Barros, f.º do § 1.º, casou em 1719 em Itú com Anna Garcia de Campos f.ª de Antonio Garcia Borba e de Rosa de Campos. Teve 2 f.ºs falecidos em Cuiabá.

12 Capitão Pedro Vaz de Barros, casou 1.º em 1720 em Itú com Gertrudes de Arruda Leite f.ª do capitão Pedro Dias Leite e de Antonia de Arruda. 2.ª vez em 1752 em Cuiabá (C. Ec. de S. Paulo) com Margarida Bicudo de Campos, natural de Itú, f.ª de Antonio Antunes Paes e de Izabel Cubas Pedroso.

13 Francisco,

14 Manoel Pedroso de Barros, f.º do § 1.º supra, tirou dispensa em 1712 para casar-se com sua sobrinha Luzia Leme Penteado f.ª de Manoel Correa Penteado e de Beatriz de Barros (C. Ec. de S. Paulo).

15 Padre Euzebio Pedroso de Barros, , foi o testamenteiro de sua mãe.


Lendas e novelas à parte, foi citado por Pedro Taques em sua Nobiliarquia Paulistana. como segue:

Foi um dos cavalheiros paulistas de maior respeito e opulência de cabedais que houve nas Minas Gerais. Com ele teve origem o desafio com Manoel Nunes Vianna, princípio do levantamento das Minas no fim do ano de 1808 (que foi seguido da guerra dos emboabas em 1810). Nas mesmas Minas teve grandes estimações do conde de Assumar dom Pedro de Almeida, que as governava como governador capitão-general que era da cidade de S. Paulo; porque, sendo acometido em seu próprio palácio de residência pelo corpo tumultuoso, que formou o partido do régulo Paschoal da Silva, se achou o dito conde general com Jeronimo Pedroso, além de outros paulistas da 1.ª nobreza de S. Paulo para o defender;e depois de castigados os soberbos e levantados régulos, morto Paschoal da Silva, e arrasadas com fogo as grandes casas da sua habitação, ainda ficaram relíquias que fomentavam alguns ocultos sequazes da 1.ª sedição.E, temendo o insulto contra a vida de Jeronimo Pedroso, como tinha o posto de coronel, lhe mandou o conde-general dar uma guarda de dois sargentos pagos, que sempre o acompanhavam saindo à rua, fazendo-lhe costa os seus escravos mulatos, que os trazia armados, contra qualquer violento insulto."

Foi 1.º casado com Anna Pires Moreira f.ª do capitão Diogo Gonçalves Moreira e de Catharina de Miranda, Tit. Garcias Velhos; 2.ª vez casou nas Minas Gerais com Francisca Romeiro Velho Cabral, † em 1771, viúva de Manoel Pereira de Castro e Silva, f.ª de Pedro da Fonseca Magalhães Maldonado e de Helena do Prado Cabral. Tit. Costas Cabraes


Quanto a sua mãe, não sei porque foi chamada Maria- Homem na balada. Talvez porque fosse valente...???

OBRIGADA HENRIETE PELA PARTILHA !!!

Para quem quer saber mais, link na wikipedia:
Jeronimo
Radionovelas
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Histoires de famille:Itu e Sorocaba, origens de familia
Posté par: Tiffany sur 5 janv 2012 03:54

Encontrado em artigo "Os Pais de Barros" de Eudes Campos, AHM 2008. ano 3, n° 16 Link
e
em livro: "viver e sobreviver em uma vila colonial - Sorocaba, séculos XVIII e XIX" capitulo IV 'a elite comercial e agrária'pag.107,108 autor: Carlos de Almeida Prado Bacellar, 2001)


"Muito provavelmente, o Capitão Antônio Francisco de Aguiar de Sorocaba, casado com Gertrudes Eufrosina Aires, filha do tenente-coronel Paulino Aires de Aguirre e Ana Maria de Oliveira estabeleceu um pacto com o Capitão Antônio de Barros Penteado, de Itu , marido de Maria Paula Machado, (avõs do Barão de Tatui), com o objetivo de instituírem uma estratégia matrimonial envolvendo as respectivas proles, de modo a beneficiar os patrimônios de ambas as famílias.
(Antonio de Barros Penteado foi irmão de José e Francisco de Barros Penteado)

Certamente, os chefes de família deviam manter relações comerciais desde longa data e foi a partir dos interesses comuns que nasceu o desejo de estreitarem vínculos. Antonio Francisco de Aguiar, arrematador, durante quase toda a sua vida, de diversos impostos, amealhou considerável patriomônio ao longo dos anos. Teve apenas um filho home, o famoso brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, importante homem da política provincial nas primeiras décadas do Império. O Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1793-1857), por muitos anos grande líder do Partido Liberal, por duas vezes presidente da Província (1831-1835 e 1840-1841), por exemplo, deixara de sua união com a Marquesa de Santos (1797-1867) , que diziam ser sua prima em oitavo grau, quatro filhos.
Para tanto, Aguiar deu duas de suas filhas, irmãs de Rafael Tobias de Aguiar futuro brigadeiro, em casamento a filhos solteiros de Barros Penteado.
Assim, em 1819,Gertrudes Eufrosina de Aguiar consorciou-se com Antônio Paes de Barros, futuro Barão de Piracicaba. A sua irmã, Leonarda de Aguiar, com Bento Paes de Barros, futuro Barão de Itu e meu 4°avô (...-1858). Mais tarde, em 1827, outra irmã de Leonarda e Gertrudes, Rosa, consorciou-se com Francisco Xavier Paes de Barros, o capitão Chico de Sorocaba, irmão de Bento e Antônio, e tambem meu 4° avô.
Depois de falecida, o viúvo, capitáo Chico, casou-se com outra irmã Aguiar, de nome Ana. Temos assim quatro irmãs Aguiar casadas com três irmãos Paes de Barros. Certamente, os chefes de família deviam manter relações comerciais desde longa data e foi a partir dos interesses comuns que nasceu o desejo de estreitarem vínculos.
A familia Paes de Barros, natural de Itu, grande produtora de açucar era jà muito rica.
A familia de Antonio Francisco de Aguiar, natural de Sorocaba, arrematador de diversos impostos, amealhou considéravel patrimonio ao longo dos annos. Por radicar-se em Sorocaba, é fácil deduzir que a família Aguiar tinha sua riqueza vinculada ao ciclo econômico do tropeirismo, que abarcava como atividades econômicas principais a comercialização de muares, criados na região sul do Brasil, a manutenção de um serviço de transportes baseado em tropas cargueiras e os negócios feitos com gêneros da terra para abastecimento de pontos remotos no interior do País.
Enquanto a fortuna dos Paes de Barros, amealhada de início, no século XVIII, a partir de lavras de ouro, provinha agora das extensas terras dedicadas ao cultivo de cana-de-açúcar em Itu. Em razão da comercialização do gado muar, Sorocaba estava intimamente ligada às áreas mineradoras e às áreas açucareiras, estas situadas no Oeste paulista, entre as quais se destacava a vila de Itu, elevada à condição de cidade conjuntamente com Sorocaba em fevereiro de 1842.
A estratégia de entrelaçar fortemente as duas famílias por meio da instituição do casamento tinha, portanto, como objetivo básico, reforçar o poder político e a abastança das famílias, já que, naquela época, os Aguiar enfrentavam problemas com os Silva Prado:
Antônio da Silva Prado, futuro Barão de Iguape, administrava então o Registro de Animais de Sorocaba, e essa atividade era um foco de constantes atritos com os Aguiar. Como cobrador de novo imposto, entáo colocado por Antonio da Silva Prado, entretiveram alcunos conflitos sobre os procedimentos de essa arredacao, como sobre menzionado.
Sucedendo ao pai, o brigadeiro Rafael Tobias (casado com a Marquêsa de Santos, Domitilia de Sousa e Castro), manteve uma rivalidade ainda maior do pai com Antonio da Silva Prado por causa da cobrança dos impostos promovido por este que se estendeu tambem sobre os seus parentes Paes de Barros.
Os casamentos realizados entre os Aguiar e os Paes de Barros também iriam facilitar o desenvolvimento das respectivas atividades econômicas, pois um lado da família se encarregaria de providenciar o meio de transporte apropriado para que a produção agrícola proveniente das fazendas que ooutro lado da família explorava em Itu chegasse segura ao porto de Santos.
Francisco Xavier Paes de Barros, apelidado mais tarde de Chico Sorocaba, transferiu-se depois para Santos, casando-se, com duas irmãs Aguiar. (Rosa e Ana). A mudança de domicílio estava certamente ligada aos interesses familiares mantidos nessa localidade.
Não se pode também desconsiderar o aumento de prestígio social que significava para os sorocabanos, comerciantes de mulas, aliarem-se a donos de terras e engenhos de açúcar, numa época em que as grandes extensões territoriais e os conferiam alto status social a seus proprietários.

Sob o ângulo da familia Paes de Barros, o planejamento dos casamentos é ainda mais amplo. Além dos três filhos já citados, havia também Ana Joaquina, que casou-se com João Xavier da Costa Aguiar, membro de influente clã santista, e que era o correspondente comercial de seu sogro (Antonio de Barros Penteado).
Outra filha (...), Maria, foi casada com o senador e conselheiro do Império Francisco de Paula Sousa e Mello, ituano com livre trânsito nos meios politicos da Corte.
Três outras filhas (...) contraíram matrimônio com figuras de vulto: Angela Ribeiro de Cerqueira, com José Manuel de Mesquita, um dos maiores negociantes de escravos do Oeste Paulista; Escolástica de Barros, com o ouvidor português Miguel de Azevedo Veiga; Genebra de Barros Leite (futura Baronesa de Monte Alegre), com o brigadeiro Luis Antônio de Sousa e em 2° nupcias, com José da Costa Carvalho, futuro Marquês de Monte Alegre e Presidente da Provicia.


Tenho assim o nucléo de familia Paes de Barros de Itu e Sorocaba, que foram os avôs do Barão de Tatui, o meu triavô, nascido em Sorocaba em 1831.

Resumo:
Pedro Vaz de Barros c/c Luzia Leme, Pais de:
Antonio Pedroso de Barros c/c Maria Pires de Medeiros, pais de:
Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita, pais de:
Beatriz de Barros c/c Manoel Correa Penteado, pais de:
Fernao Paes de Barros c/c Angela Ribeiro Leite, pais de:
Antonio de Barros Penteado, José de Barros Penteado, Francisco de Barros Penteado, Maria de Cerqueira Paes, Anna, freira Ana Mathilda, Custodia Celia de Cerqueira, Maria Rosa de Cerqueira Camara.
Os três irmãos, Antonio, José e Francisco foram em Minas onde encontraram ouro.Antonio e José estabiliceram-se em Itu onde compraram terras.


filhos de Antonio de Barros Penteado (Itu) e Maria Paula Machado (meus 5° avôs) e os casamentos deles:
  • Bento Paes de Barros, Barão de Itu c/c Leonarda de Aguiar
  • Genebra de Barros Leite c/c 1.Brigadeiro Luiz Antonio de Sousa, fidalgo, enriquecera comerciando com o Mato Grosso. Depois adquiriu inúmeros engenhos de açúcar, que administrava a partir da cidade de São Paulo, vindo a constituir a maior fortuna paulista nas primeiras duas décadas do século) XIX. 2. vez casou-se Genebra com José da Costa Carvalho, futuro Marques de Monte Alegre e Presidente da Provincia
  • Capitão Antonio Paes de Barro, Barão de Piracicaba c/c Getrudes Eufrosina de Aguiar
  • Anna Joaquina de Barros c/c Joao Xavier da Costa Aguiar, membro de influente clã santista, e que era o correspondente comercial de seu sogro.
  • Angela Ribeiro de Cerquiera c/c José Manoel de Mesquita,(, um dos maiores negociantes de escravos do Oeste Paulista)
  • Joaquim Floriano de Barros c/c sobrinha Elisa Guilhermina Mesquita, filha de sua irmã Angela Ribeiro de Cerqueira
  • Escholastica Joaquina de Barros c/c Dr. Miguel Antonio de Azevedo Veiga, ouvidor portugues, primeiro ouvidor e corregedor-geral em Itu foi Miguel Antonio de Azevedo Veiga, nomeado a 17 de dezembro de 1811, depois de exercer o cargo de ouvidor da Comarca de São Paulo. Português de nascimento, bacharel em Leis pela Universidade de Coimbra, Azevedo Veiga morreu em Itu a 29 de maio de 1818. O historiador ituano Francisco Nardy Filho assegura que a comarca de Itu era a mais movimentada de todas as capitanias, em razão de ter o governador de São Paulo ordenado que todos aqueles que recebessem índios vindos dos sertões de Cuiabá registrassem o termo de tutela diante do ouvidor da comarca de Itu. Três anos após a sua criação, a comarca tinha sob sua jurisdição oito vilas, quinze freguesias e a Real Fábrica de Ferro de São João do Ipanema.
  • Maria de Barros Leite c/c Francisco de Paula Sousa e Mello, (senador e conselheiro do Imperio, ituano com livre transito nos meios politios da Corte).
  • Francisco Xavier Paes de Barros, o capitão "Chico de Sorocaba", c/c com 1. nupcias: Rosa Candida de Aguiar, irmã de Rafael Tobias de Aguiar (pais do Barão de Tatui), 2. nupcias: Anna Fausta Maria de Jesus de Aguiar (irmã de primeira esposa), 3. nupcias: Andreza de Oliveira.

Isso foi a familia mais proxima (tios e tias paternas) do meu triavõ, o Barão de Tatui.
Uma familia potente e rica que quando cominciou a estabelcer-se na cidade de São Paolo já encontrou formada na cidade uma ampla rede familiar de apoio.
"Podia contar com a lealdade dos parentes e contraparentes paulistanos, tanto do ponto de vista social, quanto do econômico e também do político"(Eudes Campos).
Escrito por Tiffany em Blog "os Paes de Barros de Sao Paulo, Itu e Sorocaba." Tem tambem link com fotografias de Sorocaba antiga.
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Histoires de famille:Barão de Tatui e o Viaduto do Chà, histoira de São Paulo
Posté par: Tiffany sur 7 déc 2011 04:06
Breve Biografia do Barão de Tatui
1831 nasce Francisco Xavier Paes de Barros na cidade de Sorocaba, em 24 de maio.
Filho do capitão Francisco Paes de Barros, "o Capitão Chico de Sorocaba" e de sua primeira esposa Rosa Candida de Aguiar, sua prima.
Em 1853 Francisco Xavier Paes de Barros foi bacharel em direito, formado pela Academia de SP.

Casou-se (ignoro a data) 1° vez com sua prima Getrudes Aguiar Paes de Barros, filha de seu tio, Bento Paes de Barros, Barão de Itu e Leonarda de Aguiar Barros, Baronesa de Itu. Tiveram 8 filhos.

1879 em 19 de agosto recebe o título de BARÃO DE TATUI.

Foi influente membro politico e deputato por várias legislaturas.
1889, juntamente com outros aristocratas (conde de Pinhal que foi irmão de esposa de seu primo, o 2° Barão de Piracicaba), funda o BANCO DE SÃO PAULO.

Gertrudes Aguiar Paes de Barros faleceu antes 1892.
2° vez casou-se o Barão de Tatui com Corina de Sousa Castro, baronesa de Itapetininga e depois baronesa de Tatui, viuva de Joaquim José dos Santos Silva, primeiro e único barão de Itapetininga "o Cadete dos Santos". Sem geraçao. (Porem foi padastro de filha de Corina e do Cadete dos Santos, Antonia dos Santos Silva (meia-irmã de Marquesa de Três Rios), casada com o Conde de Prates.
O VIADUTO DO CHÁ

texto do link: 450 anos Sao Paulo

NUMA tarde de maio de 1889, tôda a cidade de São Paulo alvoroçou-se e veio para a rua. Uma notícia correra como um raio: os Tatuí tinham perdido a causa.
Moravam êles num sobradão que ficava na Rua de São José (hoje Líbero Badaró), exatamente na entrada do Viaduto do Chà. Por trás do prédio desenrolava-se a grande chácara do "cadete Santos", Barão de Itapetininga.
OBaraão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros (meu 3°avô ou triavô,)e sua espôsa, viúva do Barão de Itapetininga, opuseram-se sistemàticamente à desapropriação da casa, e conseqüente demolição, necessária à execução de uma obra pela qual o paulistano estava ardentemente interessado: a construção do Viaduto do Chá. Levando a juízo a questão, foram derrotados e a obra executada.

Desde outubro de 1877, começara a tomar vulto, com a aprovação do povo, a idéia já bastante divulgada de se levantar um viaduto sôbre o Anhangabaú, com a proposta apresentada pelo cidadão Jules Martin à Intendência Municipal, comprometendo-se a lançar uma ponte sôbre aquèle vale, onde passava o córrego do mesmo nome, isto a tròco de determinadas regalias, entre as quais a de poder cobrar uma taxa de passagem, com a qual cobriria as despesas.

Afinal, após mil dificuldades de ordem financeira, com a fundação da Companhia Paulista Viaduto do Chá, a coisa tomou vulto. Logo no primeiro dia, subscreveram-se 676 ações da Companhia, número que subiu, no ano seguinte, a 800. Segundo o primeiro cálculo feito, as obras montaram de 600 a 800 contos.

Depois disso, encomendou-se a armação metálica do Viaduto na Alemanha.
Quais foram as razões que a casa foi demolida? Historia de São Paulo .

fontes (link)

almanack paulistano - Viaduto do Cha, (BlogVirtualia) - Sampaart - blog ponto de onibus

No ano de 1822, a maioria das terras situadas no Vale do Anhangabaú eram propriedades do Brigadeiro Francisco Xavier dos Santos, a região na época era chamada de Morro do Chá ou de Chácara do Brigadeiro Xavier. Com o falecimento do Brigadeiro as suas propriedades passam ser administradas pelo seu sobrinho Joaquim José dos Santos Silva, que as nomeou como Chácara do Cadete Santos, espaço que se estendia do Acu (atual Av. São João) até o Piques (atual Praça da Bandeira), incluindo também parte das atuais Ruas Líbero Badaró (aberta em 1787 como Rua Nova de São José, que mais tarde passou a ser chamada apenas de Rua de São José) e 24 de Maio, até a Praça da República.
Desde de 1841, até a data de seu falecimento, em 11 de junho de 1876, Joaquim José dos Santos Silva era considerado o homem mais rico da cidade. Com o decreto imperial de 7 de junho de 1864 recebeu o titulo de Barão de Itapetininga.

Joaquim José dos Santos da Silva, o Barão de Itapetininga, tinha uma enorme chácara que ia desde a atual rua Líbero Badaró até a Praça da República. A horta do Barão de Itapetininga virou a rua Formosa em 1850. Cruzando com São João o coração do S.Paulo que começou a virar boêmio lá por 1890. Morreu o cadete dos Santos em 1876 e na sua casa viviam a sua viúva que se casou em 2° nupcias com o Barão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros.

Na segunda metade do século XIX, a cidade de São Paulo passou por um processo de crescimento que iria formar a sua paisagem urbana, fazendo-lhe uma importante capital do Brasil Império. O progresso veio com ociclo do café, produto que por décadas garantiria a economia do país. A emergente cidade tinha no seu coração ruas de terra batida, quintais baldios e grandes chácaras, contrastando a paisagem urbana com o bucolismo rural.No meio daquele cenário bucólico estendia-se um vale de chácaras, local preferido para as crianças da época praticarem a caça aos passarinhos, onde eram cultivados hortaliças e o chá, ali introduzido por José Arouche de Toledo. Por este motivo o local passou a ser denominado Morro do Chá.
O aspecto bucólico do Morro do Chá foi aos poucos, sofrendo alterações com o progresso iminente, sendo abertas ali vielas e novas ruas como a Barão de Itapetininga, Formosa, 7 de Abril e Xavier de Toledo, transformando-se assim, em um novo bairro, que ficou conhecido como Cidade Nova.
Opondo-se à Cidade Nova, ficava do outro lado do Vale do Anhangabaú o núcleo tradicional do centro paulistano, a Cidade Velha, no qual se encontravam as principais ruas de comércio da cidade, desembocando no famoso Triângulo, delimitação das ruas 15 de Novembro, São Bento e Direita.
Constituído de ruas estreitas e irregulares, ladeado por pequenos largos e acentuadas ladeiras, o centro urbano velho da cidade passou a ser delimitado pelo excesso de atividade comercial que desenvolveu, ficando asfixiado pela falta de saída e interligação com o núcleo novo. Aos poucos, a idéia de uma ponte que pudesse unir a Cidade Nova à Cidade Velha passou a ser cogitada, fazendo-se cada vez mais necessária em face da grande cidade que ameaçava emergir a qualquer momento.

Para atender às necessidades de crescimento do centro paulistano, foi apresentado, em setembro de 1877, um projeto do engenheiro francês Jules Martin, para a construção de um viaduto de 180 metros de extensão sobre o Vale do Anhangabaú, unindo os dois núcleos, ou seja, a Cidade Velha à Cidade Nova.
O projeto de Jules Martin consistia em estabelecer a ligação entre a Rua Direita e a Rua Barão de Itapetininga, atravessando os terrenos de cultivo de chá da Baronesa de Itapetininga, sendo executado mediante a cobrança de pedágio pela passagem, através da Companhia Paulista Viaduto do Chá.

Às primeiras menções do viaduto do Chá, a Baronesa de Tatuí se opôs completamente à idéia, pois sua construção implicava a demolição da casa.
As obras só se iriam iniciar em 30 de abril de 1888, já no fim da monarquia, sendo interrompidas um mês depois, devido à resistência de alguns moradores dos arredores. Moradores próximos não aceitavam ter seus imóveis desapropriados.

Entre eles estava o Barão de Tatuí e sua esposa, que possuíam, além de uma nobre casa, plantações de chá na região.
As obras para o Viaduto foram retomadas em 1889, após um longo e arrastado processo de desapropriação do sobrado do Barão de Tatuí, localizado em uma das cabeceiras do vale. Conta-se que o Barão recusava-se a sair da sua casa, só o fazendo quando a população paulistana, favorável à construção do viaduto, lançara às mãos picaretas e começou a atacar as paredes do sobrado.

Diante da pressão populare com "argumentos" tão convincentes, o Barão de Tatuí decidiu abandonar a casa, pondo fim ao último empecilho para a construção do viaduto.
O sobrado de taipa veio abaixo em 1889 e no que sobrou do terreno, junto da cabeceira do viaduto, o Barão de Tatuí mandou edificar um elegante palacete pelo escritório de Ramos de Azevedo (c.1894-1896), por sua vez demolido em 1912, em razão das remodelações urbanas ocorridas na região do Vale do Anhangabaú (alargamento da Rua Líbero Badaró)
Jules Martin, o idealizador do viaduto do Chá, odiava o Barão e a Baronesa de Tatuí, em função da oposição de ambos ao projeto do viaduto E, como uma das suas armas, nessa briga usou os seus talentos plásticos. Cartógrafo, desenhista, litógrafo, construtor, Martin abrira a primeira oficina litográfica da Provincial de São Paulo, chamada de Litografia Imperial.
Com a derrota do casal na Justiça, que determinou a desapropriação do seu casarão, Jules Martin vingou-se, fazendo uma charge satirizandoa derrubada do casarão e a ridicularizar o Barão e sua mulher, publicando caricaturas de ambos.
As obras só seriam concluídas já na época da República. Em 6 de novembro de 1892, os paulistanos assistiram à inauguração daquele que se tornaria um dos símbolos míticos da cidade, o Viaduto do Chá. Era originalmente, uma estrutura metálica de 180 metros, importada da Alemanha, sendo a balaustrada decorada aristocraticamente em ferro.
Inaugurado esse primeiro viaduto do Chá, cobrava-se três vinténs de pedágio para quem desejasse atravessá-lo. Havia no centro um grande portão que se fechava à noite. A cidade era pacata, pois ninguém queria trafegar depois das dez horas por ali. Só a partir de 1897 com o Ato da Municipalidade, o trânsito teria tornado-se livre e gratuito. Esse primeiro viaduto durou até 1936. Com o crescimento da cidade, o intenso tráfego de bondes e automóveis, a velha estrutura já não atendia ao que dela se solicitava.
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Généalogie:Paes de Barros de Sao Paolo primos dos Paes de Barros em Jau
Posté par: Tiffany sur 30 oct 2011 12:56

Os Paes de Barros de Sâo Paolo tem primos em JAU, SP.


O parentesco com o ramo dosPaes de Barros em Sao Paolose forma através os irmãos Josè de Barros Penteado (ramo em Jau que tive com agregados a familia de-Almeida Prado) e Antonio Paes de Barros Penteado (ramo em Sao Paolo, tive agregados de familias Aguiar, Sousa Barros, Mesquita).

Ambos filhos do Fernão Paes de Barros, natural de Parnaiba (1711-1755) e Angela Ribeiro Leite.

Segundo a Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme (baseia-se em Nobiliarquia de Pedro Taques de Almeida) a ascendencia deles compoe-se assim:

Vol III - Pág. 368 a 404 ,Tit. Penteados e
Vol III - Pág. 442 a 478 Tit. Pedrosos Barros e Tit. Penteados

Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos Antonio Pedroso de Barros em capitão-mor da capitania de S. Vicente e S. Paulo, e o irmão Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, como se vê da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse Antonio Pedroso na câmara de S. Vicente em 1607, que está registrada no arquivo da câmara de S. Paulo..
O capitão-mor governador Pedro Vaz de Barros faleceu com testamento em 1644 e foi casado com Luzia Leme, falecida em 1655, f.ª de Fernando Dias Paes e de Lucrecia Leme. V. 2.º. pág. 552. Teve:

  • Cap. 1.º Valentim de Barros
  • Cap.2.º Antonio Pedroso de Barros
  • Cap. 3.º Luiz Pedroso de Barros
  • Cap. 4.º Pedro Vaz de Barros
  • Cap. 5.º Fernão Paes de Barros
  • Cap. 6.º Sebastião Paes de Barros
  • Cap. 7.º Jeronimo Pedroso
  • Cap. 8.º Lucrecia Pedroso de Barros

Leia sobre eles em esso blog: descendentes de Pedro Vaz de Barros

Cap. 2.º

Antonio Pedroso de Barros, faleceu em 1652 com testamento(1). Foi potentado pelo número de 600 índios que possuía nas suas fazendas de cultura.

(1) No V. 2.º. pág. 127, tratando do assassinato praticado por Alberto Pires na pessoa de seu cunhado Antonio Pedroso de Barros (segundo a tradição), concluímos, de acordo com Pedro Taques, que não foi Antonio Pedroso a vítima, e sim um outro qualquer cujo nome não descobrimos. Do contexto das declarações que seguem se evidencia que não foi vitimado pelo bacamarte numa emboscada como diz a tradição, e sim morreu, com tempo de fazer seu testamento, em conseqüência de ferimentos recebidos numa revolta de seus índios, na sua fazenda na paragem denominada Apoterebu.

Como consta do seu inventário com testamento (C. O. de S. Paulo) faleceu em 1652, sendo seu testamento escrito por seu concunhado Francisco Dias Velho, por estar o testador em artigo de morte.

Nele declarou ser f.º de Luzia Leme, ser irmão dos capitães Fernão Paes de Barros e Pedro Vaz de Barros, e ser genro de Ignez Monteiro.
Casou em 1639 em S. Paulo com Maria Pires de Medeiros f.ª do capitão Salvador Pires de Medeiros e de Inez Monteiro de Alvarenga, a matrona V. 2º pág.129.Teve 4 f.ºs. legítimos e 4 bastardos:.

Os legítimos:

  • 1-1 Pedro Vaz de Barros §1.º
  • 1-2 Antonio Pedroso de Barros §2.º
  • 1-3 Ignez Pedroso de Barros §3.º
  • 1-4 Luzia Leme de Barros §4.º

Os bastardos:

  • 1-5 Sebastiana, f.ª de Maria pequena.
  • 1-6 Paulo, f.º de Maria pequena
  • 1-7 Paschoal, f.º da índia Victorina
  • 1-8 Ventura, f.º da índia Iria

§ 1.º

1-1 Pedro Vaz de Barros , que tinha 6 anos em 1652 quando se começou o inventário de seu pai, foi rico em cabedais. Foi morador no sítio ou fazenda de Cataúna que, pelo número de casas e seu arruamento, parecia uma vila, com uma capela onde se administrava os sacramentos a mais de 600 almas. Foi casado com Maria Leite de Mesquita f.ª de Domingos Rodrigues de Mesquita e de Maria Dias; por esta neta de Pedro Dias Leme e de Maria Leite. V. 2.º. pág. 465
Teve pelo inventário de Maria Leite de Mesquita, falecida em 1732 em S. Paulo,


2-1 Beatriz de Barrosque foi casada com Manoel Correa Penteadof.º de Francisco Rodrigues Penteado e de Clara de Miranda. Neste à pág. .375. Com geração.
Manoel Corrêa Penteado, natural de S. Paulo, que foi morador em Araçariguama, adquiriu riqueza com a exploração de minas de ouro nas Minas Gerais, e foi proprietário de grande fazenda de cultura em Araçariguama termo de Parnaíba onde teve as rédeas do governo e foi pessoa de autoridade e veneração. Faleceu em 1745 e teve (C. O. de S. Paulo) os 6 f.ºs:

  • 1-1 Padre José de Barros Penteado § 1.º
  • 1-2 Capitão Fernão Paes de Barros § 2.º
  • 1-3 Manoel Corrêa de Barros § 3.º
  • 1-4 Anna Pires § 4.º
  • 1-5 Maria Leite da Escada § 5.º
  • 1-6 Maria Dias de Barros § 6.º
  • 1-7 Luzia Leme Penteado § 7.º

§ 2.º

1-2 Capitão Fernão Paes de Barrosfoi morador em Parnaíba onde faleceu em 1755, e foi casado em 1731 em S. Paulo com Angela Ribeiro Leite, falecida em 1749, f.ª de Francisco Leite Ribeiro e de Maria de Cerqueira. Neste V. à pág. 112. É tradição corrente entre seus descendentes que foi o capitão Fernão Paes fiador de um espanhol que, tentando desviar o rio Tietê,no lugar denominado Rasgão, abaixo da capela de Pirapora, perdeu todo o seu trabalho comprometendo ao mesmo tempo os haveres do seu fiador deixando-o em condições precárias de fortuna. Entretanto, seus filhos se dirigiram às minas e adquiriram grande cabedal em ouro como veremos adiante. Teve 7 filhos: (C. O. de S. Paulo):

2-5 Capitão José de Barros Penteado, natural de São Roque, foi às minas onde demorou-se três anos e por doente voltou a S. Paulo, trazendo boa soma de ouro com que comprou terras na vila de Itu onde se estabeleceu e casou-se em 1775 com Maria Dias Leitef.ª de José Gonçalves de Barros e da 1.ª mulher Maria Dias Leite. Neste Tit. adiante. Faleceu o capitão José de Barros Penteado em 1789 com testamento em Itu (óbitos de Itu) e teve (C. O. de S. Paulo) os 6 f.ºs. seguintes (Declarou no testamento 4 f.ºs. legítimos José, Anna, Maria e Fernando):

(O ramo de Sao Paolo foi do irmâo2-6 Capitão Antonio de Barros Penteado, f.º do capitão Fernão Paes § 2.º foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros n.º2-5e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro, com o que, voltando para S. Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Casou-se em 1778 em Itu com Maria Paula Machado f.ª do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. Tit. Jorges Velhos. Faleceu o capitão Antonio de Barros em 1820 em Itu e teve 9 f.ºs:)

3-1 Tenente Fernando Paes de Barros,ouvidor, cavaleiro da ordem de Cristo, proprietário de grandes fazendas de cultura em Itu e Capivari. Em seu palacete em Itu hospedou-se S. M. o Imperador Dom Pedro 2.º Casou-se em 1807 em Itu com Maria Jorge de Almeida Barros f.ª de Alexandre Luiz de Almeida Pedroso e de Anna Jorge de Barros. Tit. Bicudos. Faleceu em 1851. Teve os 11 f.ºs. seguintes (por informações):
4-11 Coronel Joaquim Fernando Paes de Barros, já falecido, foi 1.º casado com sua sobrinha Maria Fernandina, f.ª de seu irmão Fernando Paes de Barros n.º 4-5 e da 1.ª mulher; 2.ª vez com Clara Candida da Motta f.ª de Luiz Thomaz Nogueira da Motta, em Tit. Bicudos;Tivem:

5-3 Joaquim Fernando Paes de Barroscasou-se com Francisca Eugenia f.ª de Vicente de S.Paio Góes e de Gertrudes de Almeida Taques. Tit. Arrudas.

Isso é quanto eu encontrei na Genealogia Paulistana. Segundo os informaçoes do primo em Jau 5-3 Joaquim Fernando Paes de Barros er tambem dito Coronel, nascido por volta 1855 e falecido em Campinas ao 82 anos, seria em 1931.Foi estudar medicina na Europa, mas ficou doente e retornou.

Foi casado com Francisca Eugênia Sampaio Paes de Barros, nascida 25.12.1868 e falecido 1970 ao 102 anos em Campinas. Foi filha de Ana Gertrudes Ferraz Goés, natural de Piracicaba e morte em Bocaina 28.2.1928. Tivem:

Joaquim Fernando Paes de Barros junior (2), nascido em 28.0.11885 em Capivari, casado com Anna Balbina de Almeida Prado Barros, nascida 16.7.1888,

filha de João de Almeida Prado junior (22.2.1847 em Porto Feliz e morte 24.3.1934 em Jau) e Ana Gertrudes Ferraz (4.12.1852 em Piracicaba, morte 28.2.1928 em Bocaina, perto de Jau)

Os filhos de Joaquim Fernando Paes de Barros e Anna Balbina de Almeida Prado não adotaram este sobrenome de mãe Ana de Almeida Prado e tiveram só Paes de Barros.

Tiveram 7 filhos.

Tem um Blog de familia de Almeida Prado em Jau com muitas fotografias antigas e informaçoes tambem dos membros Paes de Barros.

Link Foto com Francisca Eugênia Sampaio de 1947:

JAU

A LENDA

O nome Jaú vem do tempo das monções e tem ampla significação na língua Tupi-Guarani-Kaingangue.

Ya-hu quer dizer peixe guloso, comedor, um grande bagre comedor...

Mas também pode significar "o corpo do filho rebelde" segundo conta a lenda do peixe Jaú.

Ya-hu era um jovem guerreiro Kaingangue que não aceitou uma troca de cunhas entre seu pai e o chefe da tribo dos Coroados, a qual selava um acordo de paz.

Por causa de uma das moças, talvez a amada, o Ya-hu revoltou-se contra o pai e reagiu. Perseguiu os Coroados até próximo a Serra de São Paulo, onde encurralou e fez guerra, causando muitas mortes. Porém, bastante ferido, o jovem guerreiro volta para casa, mas desta vez foi seguido pelos Coroados.

Durante a caminhada acabou atingido duas vezes. Por fim, cercado pelo inimigo, e vendo que não tinha mais espaço para fuga, para que seu corpo não fosse comido e para que sua cabeça não fosse cortada e erguida como troféu, o jovem guerreiro Kaingangue preferiu afogar-se num ribeirão, de onde ressurgiu mais tarde, transformado em peixe.

Esse nome, dado pelo chefe Kaigangue e que mais tarde passou ao rio e ao Município, significa o corpo do filho rebelde, justamente porque o referido peixe mostrava no dorso uma mancha irregular na cor vermelha, iguais as que usava o jovem guerreiro, que jamais voltou de sua guerra contra os Coroados.

Historia de JAHU

Os bandeirantes que seguiam pelo rio Tietê, pescavam um peixe chamado Jaú, na foz de um ribeirão.

O local, desde então, ficou conhecido como Barra do Ribeirão do Jaú. Motivados pela excelente qualidade da terra roxa, abundante na região, os primeiros habitantes oriundos de Itú, Porto Feliz, Capivari e do sul de Minas Gerais, aí se fixaram com suas famílias.

Rua Humaitá, Embarque de Café.


A fundação data de 15 de agosto de 1853, quando alguns moradores da região decidiram organizar uma comissão composta pelos cidadãos Bento Manoel de Moraes Navarro, capitão José Ribeiro de Camargo, tenente Manoel Joaquim Lopes e Francisco Gomes Botão para tratar da fundação do povoado. Por proposta de Bento Manoel de Moraes Navarro o povoado foi fundado sob a égide de Nossa Senhora do Patrocínio, tendo, inclusive, Bento Manoel mandado entalhar em Itu a imagem da referida santa, ofertando-a á sociedade local.


Depois de vários estudos, ficou decidido em uma reunião realizada na residência de Lúcio de Arruda Leme (localizada onde hoje se encontram as ruas Edgard Ferraz e Amaral Gurgel) que seria erguido um povoado na área de 40 alqueires, doados em partes iguais por Francisco Gomes Botão e tenente Manoel Joaquim Lopes. Estas terras eram aquelas compreendidas entre a margem esquerda do rio Jaú e a do Córrego da Figueira. Em 8 de abril de 1857, a lei nº 25 incorporou os Bairros de Tietê, Curralinho e Jacareí. A lei nº 11 de 24 de março de 1859 elevou a capela do Jaú no município de Brotas, à freguesia, a qual por sua vez foi elevada à vila pela lei nº 60 de 23 de abril de 1866 e em 15 de abril de 1868 é criado o Termo de Jaú, sedo o seu primeiro Juiz Municipal Antonio Ferreira Dias e primeiro delegado de polícia, o tenente Antônio Manoel de Moraes Navarro - filho de Bento Manoel de Moraes Navarro.


É elevado à município com a lei nº 6 de 6 de fevereiro de 1889.

O fato de o município estar situado em uma região de terra roxa, que possui uma alta fertilidade, contribuiu para que Jaú se tornasse um dos principais centros produtores de café do Estado de São Paulo e do país.

Por volta de 1870 a cultura cafeeira no município de Jaú solidificou-se, proporcionando o surgimento de uma elite de ricos fazendeiros. Com a chegada da "Companhia Estrada de Ferro do Rio Claro" (The Rio Claro Railway), em 1887, o escoamento da produção foi facilitada e as exportações cresceram vertiginosamente. De acordo com o relatório estatístico da mencionada companhia, “Jahu foi o município que liderou os embarques de café, para o Porto de Santos, no litoral paulista, desde 1895, gerando para a companhia ferroviária maior receita de carga, dentre os principais municípios produtores” (SANTOS, FELTRIN, 1990, p. 11). Em 1907 segundo dados da "Companhia Paulista de Estradas de Ferro" o município de Jaú, o mais rico e maior produtor de café da Zona da Paulista, ocupava o primeiro lugar nas estações da Companhia, tornando-se o centro produtor que mais exportava café em todo o mundo.

A riqueza obtida pela produção do café fez com que Jaú se tornasse um dos mais ricos municípios de todo o Estado, sendo importante ressaltar que naquela época Jaú, Ribeirão Preto e Campinas eram os únicos municípios do interior paulista a ter o privilégio de possuir calçamento urbano. Em 28 de setembro de 1901 deu-se a inauguração da "Companhia de Força e Luz do Jahú", sendo o quarto município do país a ter o benefício da luz elétrica.

O grande desenvolvimento econômico proporcionado pelo café, fez com que o município de Jaú ganhasse o título de “Capital da Terra Roxa”. Na época, os antigos fazendeiros queriam evidenciar a tamanha prosperidade do município de alguma forma e para isso, começaram a realizar construções suntuosas, que hoje


.

formam o patrimônio arquitetônico do município:[...] o café mudaria para sempre também a paisagem urbana, dotando o município de toda a beleza arquitetônica que mistura vários estilos e que identifica de maneira original nosso meio ambiente urbano. Realmente foi graças ao glorioso período cafeeiro que Jahu acumulou um expressivo patrimônio arquitetônico. Naquela época foram construídos os edifícios mais importantes do município.(LEVORATO, 2003, p. 80).


Na década de 1929, com a crise econômica e a depressão mundial, o império cafeeiro perde rapidamente seu esplendor e glória. Os preços se aviltam e os fazendeiros, rapidamente, vão abandonando a cultura que lhes rendeu por tanto tempo, prestígio e riqueza.(CLARO, 1998, p. 26).


fonte: Wikipedia e Prefeitura Municipal Jau

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Généalogie:Ascendencia LEM, LEMS, LEME - Antepassados dos Paes de Barros
Posté par: Tiffany sur 7 oct 2011 08:39

TEM UM TEXTO EM LINGUA FLAMENGA, TRADUZIDO EM FRANCES, QUE è MUITO IMPORTANTE PARA A GENEALOGIA BRASILEIRA E PORTUGUESA.

O MEU PORTUGUES è MUITO RUIM PELO TEXTO. TENTEI NO BLOG. E TRADUZI OS PONTOS PRICIPAIS

Raizes de familia tambem em Bruges Belgica - Os Lemes são nossos parentes

A familia dos Lemes brasileiros faz parte de nos!
..ou nos dela!!

Ha muito tempo que eu pesquiso a ascendencia de Luzia Leme, esposa de Pedro Vaz de Barros Tem algumas ambiguidades sobre o ancestral belga, Martim Lem.

A minha conosciencia de varias idiomas me ajudaram a encontrar a traduçao de um texto em flamengo de um descendente dos Lemes flamengos que parece pode illuminar a enorme confusão de ascendencia dos Lemes brasileiros em Europa e assim tambem a ascendencia dos nossos Paes de Barros em Brasil.

O trabalho de André Claeysé muito convincente e eu traduzi as pontos principais.Espero que os leitores portugueses e brasileiros entendem!!!

Historiadores de renome admitem que às vezes há confusão entre determinadas actividades do pai Maerten Lem I e seu filho Maerten Lem II.

Na Flandres, não há dúvida a identidade do pai e filho. em Portugal por contras estão confusos constantemente as atividades e vida privada do pai e do filho.

Isto é devido talvez que poucos Português estão cientes da idioma holandês. E uma fortuna que existe uma versão de esso texto em frances.Espero que os tradutores não perdem tempo a publicarlo em lingua portugues.



Descendem os Paes de Barros por Luzia Leme, do Willem Lem. A sua familia tem origem em Bergues St Winoc e Bruges, no
CONDADO DE FLANDRES (em Ingles) hoje Belgica.

Para os amigos brasileiros e português é útil saber que Flanders Zeeland, Flanders francês e a Picardia faziam parte de todo o concelho de Flandres desde o tempo de emigração para os Açores. Um Flanders tão diferente de Flanders de hoje.

Willem Lem e o nosso ancestral mais antigo do qual eu podia encontrar informaçoes concretas. A nossa familia dos Paes de Barros e ligado com ele atraves Luzia Leme,esposa de Pedro Vaz de Barros, vindo da Lisboa para Sao Vicente em serviçio de coroa portuguesa.

Nossa Luzia Leme foi a tia do grande bandeirante, o caçador dos esmeraldas, Fernao Dias Paes Leme, que foi filho de Pedro Dias Paes Leme, (o irmão de Luzia Leme, que foi casado com Maria Leite)

Leia um resumo de arvore genealogica abaixo no final de esse artigo.


Willem ou Guillaume Lem, nosso ancestral
segundo André Claeys

1° FONTE entre muitas outras:
Bruges registros de batismos (1567-1796), casamentos (1567-1796) e enterros (1588-1795), (de Brugse doop, Trouw-en begraafboeken).

É nesses registros que André Claeys tem encontrado os descendentes de Willem Lem, que pertencem à genealogia dos Lem Flamengo, que nos guiou para os Leme lusófonos

2° FONTE:
O registro de venda (1478-1499) Jacob Despars (City Archives of Bruges, contém um recorde de vendas exclusivos (1478-1499) par a mão de Jacob van Despars).

Jacob Despars fundou em 1477 com seu irmão Wouter, uma empresa para importação e distribuição de produtos agrícolas como o açúcar Português, Madeira, melaço, azeite, vinagre, vinho e frutas do sul.
Em Lisboa, encontraram um novo mercado para produtos industriais Flamengo
tais como tapeçaria cortinas, e obras de arte.Conteceu que especulou-se sobre a alum grãos.

Wouter defendendeu os interesses comerciais da empresa em Lisboa, onde estabeleceu uma filial. Ele coordenou o comércio com a Madeira. No início, foi ele pessoal que acompanhou o transporte nos dois sentidos entre a Madeira, Lisboa e Flandres.

O "grossista" Maerten Lem I saltou com seus filhos Maerten Lem II e António Leme sobre o comércio de açúcar da Madeira. Não sei, se Maerten Lem I foi pessoalmente na Madeira. Depois, os irmãos Despars também tinham um estabelecimento permanente em Madeira.

Maerten Lem I ocupou uma posição central na família e foi para o Portugal no início 1420. Seus filhos Maerten Lem II, nascido em Lisboa e criado em Bruges, e Antonio Leme, nascido e criado em Lisboa assistiram o pai em seu negócio "Bruges-Lisboa-Madeira-Bruges."

O filho Antonio Leme , meio-irmão de Maerten Lem II, tornou-se o avô do Leme brasileiros. Há cerca de 8.000 descendentes.
Maerten Lem II finalmente retornou a Bruges em 1464, garantindo a sucessão de Lem Flamengo genética.


Os antepassados ​​da familia Lem.
Onde eles estavam? Onde eles foram?

Eles vêm de Voorne-Putten, uma ilha na beira do mar do Norte e nas margens do Maas velha, hoje na atual província de Holanda do Sul.

Eles eram moradores da zona costeira e eles nunca foram separados muito longe da costa.
Um ramo da família Lem mudou de Voorne-Putten via Breskens, o concelho mais a leste de "Franc de Bruges, para Bergues St. Winnoc em Flandres Frances. Essa migração para o século X tem durado uma ou duas gerações de Lem, segundo André Claeys.

O Lem têm no sangue a navegação e o comércio.
Essa é a coisa que trouxe o "grossista" Maerten Lem I em Lisboa onde participou no desenvolvimento econômico da Portugal e a expansão das ilhas atlânticas e além.

Seu filho Antonio Leme (o antepassado dos Lemes brasileiros) foi estabelecido primeiro na ilha da Madeira, e depois ele se mudou para o Brasil, onde ele tem algumas 8.000 descendentes.


Origem do nome de Lem
O primeiro nome Willem foi encurtado, e Lem se tornou um sobrenome para o século XIII. Às vezes, mas raramente em Flanders, o filho ou a filha de um Lem tem recebido o sobrenome de Lems.
Os antepassados ​​deixaram Voorne-Putten via "Zeeland Flanders" e "Flandres francesa". e foram para a instalação final em Bruges, o mais importante centro comercial da Flanders naquele momento.
Bergues St. Winoc
Bergues St. Winoc (em espanol) foi destruída em 1383 pelo rei francês Charles VI.
Alguns membros da família Lem foram para o exílio em Bruges. A composição exata dos Lem para Bergues St. Winnoc neste momento infelizmente não é suficientemente conhecida.Caso contrário, poderia acrescentar quatro gerações na árvore genealógica.







Willem Lem nasceu em 1365 em St. Winnoc Bergues. Em 1383 a cidade foi destruída e a população dizimada pelas tropas de Charles VI. Seguinte a matança, Willem tem exilado em Bruges, onde se tornou um oficial de justiça.

Bruges
Bruges, que na língua em flamengo e alemao é Brugge, provavelmente vem da nome “Bryggja”, palavra de origem nórdica, que significava “ancoradouro”, lugar onde se deixavam os barcos.

Devido a importância comercial daquele lugar, Bruges era um ponto onde se encontravam mercadores do mundo inteiro. Como Portugal se destacava no comércio marítimo, ali os portugueses também comercializavam os produtos que traziam em suas caravelas, tais como a especiarias, madeira e mais tarde, o açúcar da Ilha da Madeira, primeiro lugar a produzir o açúcar na Europa que depois foi implantado no Brasil.
Willem Lem morreu por volta de 1440. Ele era casado com Claire van Beernem, filha de Jean ou Jan, senhor de Beernem, nascido cerca de 1330. Claire foi a viúva de Roger Van Lichtervelde.
De acordo com Gailliard, Bruges e Franco, vol. 5, pg 86-87,1857, Claire teria construído em 1372 a capela St. Julien, capela na Catedral de St. Donatien em Bruges.(era um edifício de estilo gótico, construída nos séculos X e XIII, destruída durante a Revolução Francesa e, agora, desaparecido completamente)

Dois foram os filhos de Willem e Claire:
1. Maerten Lem.
2. Charles Lem.

1. Maerten Lem I (nascido ca 1385/1388) morreu ca. 1471 na idade de 83-86 anos).

2. Charles Lem.
segundo a Genealogia Paulistana ele mudou na França e foi almirante de França.
André Claeys consultou entre outros a biblioteca Mollat ​​em Bordeaux, uma das maiores bibliotecas da França.Ou na seção de genealogia, nem na seção de história, ele não encontrou nenhuma referência sobre Charles/Carlos Lem ou Lems. Um almirante da França foi também um oficial da coroa, como François Perilous para 1367. Foi um dos mais prestigiados da coroa.

Maerten Lem I
A primeira menção de Maerten Lem I na Flanders data de 1406. Aparentemente, a fonte era desconhecida em Portugal. Ref: W. Rombouts.
De acordo com registros antigos da sacristia da igreja de St. Jacques de Bruges (século 13-16ME) Maerten Lem I em 1406, era responsável pela distribuição de refeições fixas para os pobres, viúvas e órfãos nos anexos da igreja.

Segundo uma estimativavelha ele nasceu por volta de1395.Mas não pode ser sido um garotode 11 anosque fezeste tipo de trabalho.Em 1406deve teratingido a idade de18-21anos, eque, portanto,ter nascido entre1385 e1388.

Durante o início de 1420 ele completou sua primeira missão comercial em Portugal. Ele veio por sua própria iniciativa. Ele não pertencia a um grupo de emigrantes, incentivado por ninguém.
Durante uma dessasviagens de voltaMaertenLem I trouxe sua esposae filho emBruges,ondeMaertenLemIIrecebeu uma boa educação(Ref:SegundaPartede losAnalesdeFlandres,pg494,de acordo com Soeiro1471) Não se sabeonde e quandosua primeira esposaPortuguêsa morreu.Foiprovavelmente por volta de1442.

Por1443o viúvo,MaertenLem I, havia conhecido emLisboa D.LeonorRodrigues.Não sabemosos nomesde seus pais,ou o anodo seu nascimento.Pode ser estimado em1427.

MaertenLemeD.LeonorRodriguestinham sete filhosentre1445 e1465:
  • 1.LuisLeme.
  • 2.AntónioLeme.
  • 3.JoãoLeme.
  • 4.Rodrigues/RuiLeme.
  • 5.IsabelLeme.
  • 6.CatarinaLeme.
  • 7.MariaLeme.

Relativo Maerten Lem I, André Claeys tem consultado arquivos seguros em Bruges,e diz que
"os cronistas Português como Gaspar Fructuoso, Soeiro e de Diogo de Chagas tornaram-se tão viciado na sua imaginação, que interpretação cautelosa é necessária.relativo as seus escritos. "

D. Leonor teria morrido depois de 1506.
Outros autores acreditam que foi entre 1512 a 1519. Ela teria sobrevivido o marido de 35 a 47 anos. Soeiro afirmou que Maerten Lem tinha abandonado D. Leonor, ou o que já estava decidido.
Soeiro, obviamente, não sabia então, que Lem Maerten I era casado primeiramente com D. Joana Barroso e teve filhos de D. Leonor Rodrigues, quatro anos depois.

No início Maerten Lem I acompanhava o.......

LEIA MAIS EM :

http://ospaesdebarrossaopaolo.blogspot.com/search/label/familia%20Leme

Aí VA ENCONTRAR TAMBEM O LINK PARA OS TEXTOS EM FLAMENGO E FRANCES.

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Histoires de famille:Descendencia na Europa dos Paes de Barros
Posté par: Tiffany sur 2 juillet 2011 14:16
Descendentes na Europa
filhos de Dr. med. Bento Xavier Paes de Barros
O nosso avò Victor e os seus irmãos Luiz e Paolo tenham uma historia pelo contrário de muitos brasileiros.
Eles tenham a medade dos seus antepassados e parentes no Brasil e outre medade em Hungria e Austria e viveram no Europa.
Entanto muitos brasileros pesquisam Europa para os seus ancecstrais, nos em vez pesquisamos o Brasil para encontrar a nossa outra medade de historia e outros membros de familia.

Breve descriçao de vida dos Paes de Barros em Suiça
Inicio a análise com Francisco Xavier Paes de Barros, Barão de Tatui, São Paolo.

Francisco Xavier Paes de Barros foi filho de Capião Chico de Sorocaba (Francisco Xavier de Barros Penteado), membro de opulente familia de fazedeiros em Itu, Sorocaba que foi tambem familia importante na São Paolo de fine sec. XIX. De eles falamos em um outro post mais tarde.

1. O Barão de Tatui casou-se com sua prima Gertrudes Aguiar Paes de Barros, (filha de seu tio, Barão de Itu e irmã de Dr. Rafael Aguiar Paes de Barros (fundador do Jockey Club em São Paolo) e Antonio de Aguiar Barros, o marques de Itu)


Tem os seguentes filhos segundo Silva Leme na genealogia Paulistana:

  • 1.1. Dr. med Bento Xavier Paes de Barros, nascido 1862 em Itu e faleceu 27.6.1945 em Itu.
  • 1.2.. Francisco Xavier Paes de Barros
  • 1.3. Fernão Paes de Barros
  • 1.4. Antonio Paes de Barros
  • 1.6. Octavio Xavier Paes de Barros escriveu.
  • 1.7. outros falecidos em ca. 1904 quando Silva Leme
  • 1.8. Bento, outro de mesmo nome??? Em outra arvore genealogica eu descrobí desendentes com bisavõ Barao de Tatui que menzionano outro Bento de Barros. Estamos pesquisando se então foi o mesmo Bento de 1.1. com outra geraçao.
1.1. O Dr. med Bento Paes de Barros deve ter sido em Viena, Austria entre os años 1885 - 1891.
Não sabemos porque e por quanto tempo o Dr. Bento foi em Viena e como encontrou a mãe dos seus filhos, ne sabemos o que fez lá.
Pode ser por estudos ou em uma missão por as fazendas de sua familia. Eram tempos de imigração no Brasil.
A escravidão tinha sido abolida e os fazendeiros necessitavam de mão de obra. Existem muitas publicações em Europa de essa epoca, onde o Brasil promove a immigração para là.

Ele encontrou em Viena Emma Florentina Maria Körmendy, filha de Johann Eduard Körmendy de Pinkafö, Hungria,proprietário de uma fábrica e de Johanna Salmutter. Emma foi irmã de capitão-"hussardo" do imperador Franz Josef de Austria, August Ede Körmendy,

Achamos que ele foi em Viena no periodo entre 1886 e 1891,

porque nasceram in esse periodo os 2 primeiros filhos:

1,1,1.Luiz Xavier de Barros, 1887, Viena, Austria

1.1.2.Victor, Franz (Francisco) Xavier de Barros, 1888 Viena, Austria
1.1.3. Paolo Xavier, nasceu em 1992 em Rio de Janeiro, Brasil.
Todos os 3 filhos foram brasileiros. Temos os documentos de cidadania brasilera.

Nosso avo, Victor de Barros, nasceu em 22.7.1888 em Viena na "Floriani-Gasse 3", (a rua Floriani nr 3) de fronte de Universidade e perto do "Rathaus" a prefeitura, no antigo bairro de "Josefstadt"
Aqui estam aárea da Câmara,o Parlamento, oPalácio da Justiçae a Universidade. No inicio do 1900 como resultado,atraiumuitos funcionáriose estudantes.

OFlorianigasseè uma das ruas mais antigasdobairroantigodeJosefstadt.A parteperto do prefeituraconta
desde 2001na zonaexterior doPatrimónio MundialCultural(Centro Histórico deViena).

Victor creseceu em Viena e mais tarde freqüentou o colégio na Abadia de Melk, perto de Viena. Achamos que Luiz tambem foi em Melk


Após o colégio em Melk ele foi de 1911 a 1915, ou seja, durante os primeiros anos do Primeira Guerra Mundial. em Berlim em Alemanha onde estudiou engenheria.


Em 19/08/1916 depois o final dos estudos casou-se em Berlim (Charlottenburg) com Lucia Karoline Felicia Benesch, com o qual ele já havia envolvido em Viena.
Em 6/ 8/ 1917, cerca um ano depois, viajou com os seus irmãos e suas famílias e com a mãe Emma na Suíça.
Os Estados Unidos tinham entrado na guerra, a situação da Alemanha e da Áustria foi mais do que precárias.



Durante os anos da guerra de 1916 e 1917, a situação do abastecimento havia se deteriorado dramaticamente na monarquia dos Habsburg.
A distribuição dos produtos agrícolas da parte húngara do império não poderiam ser satisfatoriamente resolvidos até o fim da guerra.
Desnutrição e doenças suscetibilidade da população civil no final de 1917 foram em proporções assustadoras.
No lugar do entusiasmo para a guerra de 1914 foram cansaço e privação . O inverno rigoroso, conhecida por seus problemas de abastecimento, comoo "inverno nabo"fez desesperar muita gente.
O bloqueio naval britânico que corta o Império Alemão de quase todas as relações comerciais, multiplica uma crescente escassez de alimentos e matérias-primas.
O Imperador, o Quartel General (QG) e o governo nacional são objecto de críticas crescentes.
Em Berlim,comitês chamam com panfletos a greve pela paz. O parlamento aprovou uma resolução que apela para a paz imediata, sem anexações territoriais. O Imperador promete a, as reformas da lei eleitoral.
Com a entrada dos EUA na guerra tornou-se uma guerra mundial.


De acordo com as histórias de minha mãe, Silvia, em 1917 estavam todos os filhos de Dr. Bento no viajem por o Brasil. Mas a guerra não permitia um viajem ultramarino pela guerra submarina irrestrita. Os de Barros ficavam na Suíça a Berna.

Além disso, sua esposa Lucy estava grávida! A primeira filha, Victoria Emma, nasceu 3 semanas após a admissão, em 21/08/1917 na Suíça que nao foi em guerra sendo um pais neutro


Paolo, Hilda, Lucia com Victoria, Mathilda, Luiz e Emma de Barros
p
Victor comprou uma casa em Ostermundigen, perto Berna, onde todos os seus filhos nasceram. Todos os filhos de Bento Xavier Paes de Barros tinha cidadania brasileira até o final dos anos 40. Nos anos 50 eles se tornaram Suiços

Paolo emigrou com a sua mulher Hilda perto de 1920 em Brasil e encontrou o pai Dr. Bento Paes de Barros e os meio-irmãoes Tito e Affonso Paes de Barros.
Em vez de emigrar para São Paulo, Victor e Luis permanecevam na Suíça. Tenham mulheres e crianças e nao foi facil deixar a tranquilidade! Em muitas letteras, eles são chamados "Berner-de Barros" (os de Barros de Berna) que devem reunir-se no Brasil com o pai.

Victor começou a sua carriera profissonal como engenheiro na fabbrica de aquecimento central, "Zentralheizungsfabrik" Ostermundigen, onde ele era ativo até sua aposentadoria.
Esta fábrica foi fundada em 1898 de Jacob Ruef nos arredores de Berna na antiga estação Ostermundigen, mais tarde Zent AG. A empresa empregava 1911 284 trabalhadores e estava das maiores fábricas na cidade de Berna em essa epoca.(1929: 411 empregados, 1947; 334, ). Eles abriram filiais em Milão, Nice e Paris.

Como engenheiro elétrico Viktor tinha, assim, um trabalho maravilhoso em sua nova casa, onde ele teve a manutençao tecnica de toda a maquinaria e supervisionou os trabalhadores.
No entanto, os planos para ir para o Brasil mudou-se pela crise do café e pela crise econômica mundial. Em seguida, foi completamene abandonado por a revolução no Brasil e depois pela segunda guerra mundial.
Após a Segunda Guerra Mundial, ele deu a sua cidadania brasileira e se tornou um cidadão suíço .
Em 1942 emigrou tambem a filha de Luiz, Mathilda "Tilly" de Barros em São Paolo. Luiz faleceu em 1942.

Como as crianças Victoria, Pedro, Silvia e Felicitas foram mais grande, a familia moveram no centro de Berna. Mandavam no colégio o filho Pedro em Fribourg, e fazeram estudiar tudas as 3 filhas- Fez muitas viagens na Itália, Norte da Europa e, especialmente, para Viena e Hungria onde estava o seu tio materno, o Husar August Körmendy.

Temos memórias de infância que ele tinha um motor a vapor self-made, com o qual nos poderíamos jogar.Lembramo-nos vagamente que ele mesmo construiu para si uma rádio.
Victor também foi fotógrafo e ele mesmo desenvolveu as fotos.

Toda a engenharia e tecnologia lhe interessava e ele estava sempre informado sobre .


Em 1969, ele sucumbiu ao câncer sem realizar mais o seu sonho de encontrar de novo o pai e seu irmão, Paolo e os meio-irmãos Tito e Affonso, e tudos os parentes brasileros.
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Dimanche, 27 mai 2012
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